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RAMA entrega Carta de Compromissos ao Governo Federal e exige fim da guerra química
A Rede de Agroecologia do Maranhão (RAMA) entregou, no dia 25 de agosto de 2026, uma Carta de Compromissos ao Governo Federal exigindo medidas concretas contra a pulverização aérea de agrotóxicos no Maranhão. O documento foi apresentado durante um encontro na comunidade Ludovico, em Lago do Junco (MA), promovido pelo Projeto Jandaíras, do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). O evento reuniu mulheres agricultoras familiares, artesãs e quebradeira
há 7 dias


Babaçu em pé, mulheres em resistência: CMTR MA realiza Intercâmbio agroecológico e fortalece redes e sonhos de uma produção livres de Agrotóxicos no Maranhão
Teresinha Menezes, CMTR MA A agroecologia não é só plantar e colher é um jeito de viver. Ivanessa Ramos| Coordenação do GT de Juventude da RAMA O território quilombola São Bento do Juvenal, município de Peritoró-MA, acolheu cerca de 30 mulheres rurais de diferentes comunidades e municípios do estado nos dias 30 e 31 de julho de 2026 para participarem do “Intercâmbio Mulheres e Agroecologia: comunicando saberes, ampliando resistências”, um vibrante espaço de partilha, escuta,
20 de ago.


Mãe Palmeira não se derruba: RAMA manifesta solidariedade às quebradeiras de coco de Marmorana
Rede de Agroecologia do Maranhão cobra investigação sobre a derrubada de palmeiras de babaçu e o uso de retroescavadeira identificada com a logomarca da Prefeitura de Lago Verde A Rede de Agroecologia do Maranhão publica esta nota em solidariedade às quebradeiras de coco babaçu e aos moradores do povoado Marmorana, em Lago Verde (MA). A manifestação ocorre após a denúncia da derrubada de palmeiras de babaçu na área conhecida como Fazenda Sete Voltas. No local, uma retroescava
20 de ago.


RAMA participa da 3ª Reunião do Fórum Nacional de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos e Transgênicos
Encontro reuniu Ministério Público, pesquisadores, movimentos sociais e organizações da sociedade civil para discutir estratégias de enfrentamento aos impactos dos agrotóxicos sobre a saúde, o meio ambiente e os direitos das populações atingidas. São Luís (MA) sediou, nos dias 3 e 4 de agosto, a 3ª Reunião da Coordenação Ampliada do Fórum Nacional de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos e Transgênicos (FNCIAT). Realizado no Auditório do Centro Cultural e Administrativo do Min
5 de ago.


Coletivo Jurídico Zé Maria do Tomé realiza 4º encontro nacional em Brasília
Primeiro dia foi dedicado à troca de experiências e relatos da contaminação por agrotóxicos em cada um dos estados representados. Foto: Leonardo FernandesPor Leonardo Fernandes O 4º Encontro Nacional do Coletivo Jurídico Zé Maria do Tomé acontece entre os dias 8 e 10 de julho de 2026, em Brasília. O evento representa um marco fundamental para a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, que completa 15 anos de existência neste ano. A reunião de advogadas e advog
10 de jul.


1º Semestre de 2026 Confirma Guerra Química no Maranhão
Relatório do 1º semestre aponta 255 notificações, 46 ataques repetidos e concentração dos casos em 33 municípios. A Rede de Agroecologia do Maranhão (RAMA), em parceria com o Laboratório de Extensão, Pesquisa e Ensino em Geografia (LEPENG/UFMA) e a Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Maranhão (FETAEMA), divulga o relatório do 1º semestre de 2026 sobre a pulverização de agrotóxicos no estado. Os dados revelam uma emergência qu
7 de jul.


Reunião ampliada da RAMA reafirma defesa dos territórios e fortalece agenda agroecológica no Maranhão
Nos dias 22, 23 e 24 de junho, no Sindicato dos Bancários, em São Luís, a Rede de Agroecologia do Maranhão, RAMA, realizou sua reunião ampliada com a participação de representantes das organizações de base que constroem a Rede em diferentes territórios do estado. O encontro foi um espaço de escuta, avaliação e decisão política, voltado ao acompanhamento de projetos, à partilha de aprendizados e à construção de estratégias diante das ameaças que seguem avançando sobre os terri
25 de jun.


Guerra Química no Maranhão: 239 ataques com agrotóxicos atingem 200 comunidades em 4 meses
Em abril, o Mapa do Veneno registra 21 comunidades vitimadas; ataques com drones contaminam água e intoxicam famílias em Duque Bacelar, enquanto novas frentes de resistência aprovam leis protetivas. Monitoramento da Rede de Agroecologia do Maranhão (RAMA), em parceria com a Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Maranhão (FETAEMA) e o Laboratório de Extensão, Pesquisa e Ensino de Geografia da Universidade Feder
24 de mai.


RAMA/ACESA E MIQCB REALIZAM FORMAÇÃO SOBRE O FUNDO BABAÇU E A DEMANDA ESPONTÂNEA
A RAMA, ACESA e o MIQCB/Fundo Babaçu realizaram, no último dia 08 de maio, uma oficina on-line voltada às organizações filiadas à rede, com foco no acesso ao Fundo Babaçu por meio da modalidade de demanda espontânea. O encontro apresentou informações sobre critérios, valores e exigências da chamada, além de orientar participantes sobre o processo de elaboração e envio de projetos. A atividade também abriu espaço para esclarecimento de dúvidas e troca de informações entre as o
14 de mai.


Recomendação do Conselho de Direitos Humanos (CEDDH) fortalece luta pelo Babaçu Livre no Maranhão
Marco institucional impulsionado pela articulação da RAMA e do MIQCB amplia reconhecimento da luta das quebradeiras de coco e pressiona a efetivação das Leis do Babaçu Livre Uma luta construída nos territórios Criado em 1991, o MIQCB articula mais de 300 mil mulheres nos estados do Maranhão, Piauí, Tocantins e Pará. Ao longo dessas décadas, o movimento tem sido protagonista na defesa dos babaçuais e na construção das Leis do Babaçu Livre. Essa pauta nasce da experiência concr
8 de mai.


Professor do Maranhão leva denúncia sobre pulverização aérea de agrotóxicos à assembleia mundial da Bayer
Convidado pela Coordenação contra os Perigos da Bayer (CBG), pesquisador da UFMA confrontou a diretoria da multinacional com dados da guerra química que avança sobre comunidades tradicionais no estado No dia 24 de abril, durante a Assembleia Geral Anual da Bayer, realizada em Leverkusen, na Alemanha, o professor e pesquisador Ronaldo Sodré, do Laboratório de Extensão, Pesquisa e Ensino de Geografia (LEPENG) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), tomou a palavra. Em video
8 de mai.


Jairzinho de Vergel: o Brasil respondeu à ONU, o juiz deu ordem. Os invasores voltaram assim mesmo.
Duas invasões, uma resposta à ONU ignorada nos campos e uma nova decisão judicial: a Vara Agrária manda a PM para Vergel enquanto Jairzinho ainda espera paz. Caso Jairzinho de Vergel | Codó (MA) | Atualização — 24 de abril de 2026 Na manhã do dia 19 de abril de 2026, Jairzinho de Vergel foi até a roça com o filho. Encontrou a cerca de arame cortada. Ao tentar entender o que estava acontecendo, viu no local homens que já haviam sido apontados em outros episódios do conflito co
21 de abr.


Comunidade de Sapucaia lança Protocolo de Consulta e reafirma direito ao território
#CONQUISTA | A Comunidade Tradicional da Sapucaia celebrou, nesta semana, um marco histórico em sua trajetória de luta e organização coletiva: o lançamento do seu Protocolo de Consulta. O encontro ocorreu na última quarta-feira (15), no município de Vila Nova dos Martírios, no Maranhão, reunindo moradores, lideranças comunitárias e organizações parceiras. A construção do protocolo foi realizada ao longo de um processo coletivo, com a realização de oficinas na própria comunida
17 de abr.


Estudo publicado na revista Atatot (UEG) documenta 495 comunidades atingidas por agrotóxicos no Maranhão entre 2024 e 2026
Mais de 85% das vítimas são quilombolas, indígenas e agricultores familiares. Pesquisa aponta que condições climáticas do estado tornam a pulverização aérea tecnicamente inviável na maior parte do ano. Um artigo científico recém-publicado na Revista Interdisciplinar de Direitos Humanos da Universidade Estadual de Goiás (Atatot) sistematiza dados inéditos sobre a pulverização aérea de agrotóxicos no Maranhão. Com base no monitoramento sistemático realizado entre 2024 e fever
8 de abr.


Emergência química no Maranhão: o pior trimestre já registrado de pulverização sobre comunidades
Novo relatório da RAMA, FETAEMA e LEPENG-UFMA revela a dimensão da crise de agrotóxicos no Maranhão e exige resposta urgente do Estado Entre janeiro e março de 2026, foram registradas 222 notificações de pulverização de agrotóxicos sobre comunidades rurais, quilombolas, indígenas e assentadas no Maranhão (muitos deles com substâncias proibidas na Europa) – envolvendo 188 comunidades distintas (algumas atingidas mais de uma vez ao longo do trimestre). As ocorrências se esp
6 de abr.


VITÓRIA JURÍDICA: Justiça arquiva interpelação do SINDAG contra a RAMA
A Rede de Agroecologia do Maranhão (RAMA) conquistou mais uma vitória jurídica importante na defesa da liberdade de expressão e do direito à informação ambiental. O Juízo da Vara de Interesses Difusos e Coletivos da Comarca da Ilha de São Luís determinou, em decisão proferida pelo Dr. Douglas de Melo Martins, o arquivamento definitivo do processo nº 0849426-18.2025.8.10.0001, ajuizado pelo Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (SINDAG) contra a rede. A ação
30 de mar.


ASSENTAMENTOS DE GOVERNADOR NEWTON BELO-MA SÃO BOMBARDEADOS POR DRONES COM AGROTÓXICOS; MAIS DE 400 FAMÍLIAS DENUNCIAM INTOXICAÇÕES E DESTRUIÇÃO DE ROÇAS.
Audiência pública na Câmara Municipal revelou que os ataques ocorrem desde 2025 e apontou um fazendeiro como mandante das operações. Município é o único no Brasil com lei que autoriza pulverização até por helicóptero Por Rede de Agroecologia do Maranhão — RAMA | São Luís (MA), 27 de março de 2026* Drones sobrevoando roças, crianças apresentando sintomas de intoxicação, plantações destruídas e fontes d'água contaminadas. Essa é a realidade vivida pelas famílias dos assentament
27 de mar.


Pulverização de agrotóxicos no Maranhão: violência química contra comunidades tradicionais em fevereiro
Dados de fevereiro de 2026 revelam 35 comunidades atingidas por pulverização de agrotóxicos no Maranhão, com impactos à saúde, ao meio ambiente e aos modos de vida de povos tradicionais, reforçando a urgência de uma lei estadual que proíba essa prática. Por Ariana Gomes [1] Diogo Diniz Ribeiro Cabral [2] Luís Antônio Câmara Pedrosa [3] [1] Assistente Social. Secretária Executiva da Rede de Agroecologia do Maranhão (RAMA). Mestra em Cartografia Social e Política da Amazônia p
16 de mar.


Comissão da RAMA visita família atingida por deriva de agrotóxico em Bacabal (MA)
Na última quarta-feira (18/02), uma comissão da Rede de Agroecologia do Maranhão (RAMA), junto com a ACESA e do vice-presidente do Conselho Estadual dos Direitos Humanos, foi até o povoado Pau D’Arco do Igapó, zona rural de Bacabal, em apoio à família do agricultor familiar Joacy Oliveira, atingida por deriva de agrotóxico decorrente da pulverização por drone em uma propriedade vizinha, ocorrida no dia 22 de janeiro. A visita teve como objetivo verificar in loco os danos prov
24 de fev.


Janeiro do veneno: Guerra Química no Maranhão explode com 142 comunidades atingidas em apenas 30 dias, superando todo o ano de 2025
Monitoramento da RAMA, FETAEMA e LEPENG/UFMA revela escalada da violência com drones; atualização do mapa de 2025 sobe para 122 comunidades. Caso de Pau D'arco do Igapó, em Bacabal, é denunciado à ONU. 1. Introdução O Maranhão vive a mais grave escalada da guerra química já registrada contra povos do campo, das águas e das florestas. Dados consolidados pela Rede de Agroecologia do Maranhão (RAMA), pela Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares
24 de fev.
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