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Notícias


Pulverização de agrotóxicos no Maranhão: violência química contra comunidades tradicionais em fevereiro
Dados de fevereiro de 2026 revelam 35 comunidades atingidas por pulverização de agrotóxicos no Maranhão, com impactos à saúde, ao meio ambiente e aos modos de vida de povos tradicionais, reforçando a urgência de uma lei estadual que proíba essa prática. Por Ariana Gomes [1] Diogo Diniz Ribeiro Cabral [2] Luís Antônio Câmara Pedrosa [3] [1] Assistente Social. Secretária Executiva da Rede de Agroecologia do Maranhão (RAMA). Mestra em Cartografia Social e Política da Amazônia p


Comissão da RAMA visita família atingida por deriva de agrotóxico em Bacabal (MA)
Na última quarta-feira (18/02), uma comissão da Rede de Agroecologia do Maranhão (RAMA), junto com a ACESA e do vice-presidente do Conselho Estadual dos Direitos Humanos, foi até o povoado Pau D’Arco do Igapó, zona rural de Bacabal, em apoio à família do agricultor familiar Joacy Oliveira, atingida por deriva de agrotóxico decorrente da pulverização por drone em uma propriedade vizinha, ocorrida no dia 22 de janeiro. A visita teve como objetivo verificar in loco os danos prov


Janeiro do veneno: Guerra Química no Maranhão explode com 142 comunidades atingidas em apenas 30 dias, superando todo o ano de 2025
Monitoramento da RAMA, FETAEMA e LEPENG/UFMA revela escalada da violência com drones; atualização do mapa de 2025 sobe para 122 comunidades. Caso de Pau D'arco do Igapó, em Bacabal, é denunciado à ONU. 1. Introdução O Maranhão vive a mais grave escalada da guerra química já registrada contra povos do campo, das águas e das florestas. Dados consolidados pela Rede de Agroecologia do Maranhão (RAMA), pela Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares


Violência química no campo: denúncia da RAMA chega ao MP e à ONU
A Rede de Agroecologia do Maranhão denunciou ao Ministério Público e a organismos internacionais a contaminação por agrotóxicos em 141 comunidades do estado. O caso foi revelado em reportagem do jornalista Yuri Almeida, publicada no site Atual7. A matéria apresenta dados do monitoramento realizado por organizações populares e detalha os impactos da pulverização aérea de venenos sobre territórios camponeses, quilombolas e tradicionais. Texto original: Yuri Almeida Fonte: At
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